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O Olho que tudo Vêe
O que teria de haver um triângulo e no meio um olho? Será que é uma simples figura?

Por isso resolvi colocar esse conteúdo em 3 partes, espero que todos depois que lerem possam ficar de olhos bem abertos para o que está acontecendo no mundo.
O Triângulo
O triângulo a qual é referido no texto, trata-se de uma figura geométria que contém três lados congruentes, ou iguais. Por isso, muitos grupos usam de forma de proteção em rituais, como forma de luz, representações em atributos divinos, na representação de três reinos, a qual conhemos como: mineral, vegetal e animal, etc.
Dessa forma quando acrescentamos o olho no centro torna-se para muitos em potencialidade em representação a divindade.
O triângulo com olho muitas des vezes é representado de forma de raios em seus lados, de forma disfarçada e outras vezes de forma oculta. “As doze Bases estavam ali estampadas, cada três formando um triângulo que dominaria cada quadrante do planeta. Para meu espanto uma delas seria no Brasil…”[1]
A Origem do Olho
“Na sua forma atual, o símbolo apareceu primeiro no oeste durante os século 17 e 18, mas representações do Olho que Tudo Vê pode ser encontrado já na Mitologia Egípcia, no Olho de Hórus. Em descrições do século XVII o Olho da Providência algumas vezes aparece rodeado de nuvens. A adição posterior de um triângulo normalmente é visto como uma referência mais explícita da Trindade de Deus, no cristianismo.” [2]
História dos Iluminate
“Um movimento de curta duração de republicanos livre-pensadores, o ramo mais radical do Iluminismo – a cujos seguidores foi atribuído o nome de Illuminati (mas que a si mesmos chamavam de “perfectibilistas” ou “perfeccionistas”) – foi fundado a 1 de Maio de 1776 pelo professor de lei canónica Adam Weishaupt, falecido em 1830, e pelo barão Adolph von Knigge, na cidade de Ingolstadt, Baviera, atual Alemanha. O grupo foi fundado com o nome de Antigos e Iluminados Profetas da Baviera (Ancient and Illuminated Seers of Bavaria, AISB), mas tem sido chamado de Ordem Illuminati, a Ordem dos Illuminati e os Illuminati bávaros. Na conservadora Baviera, onde o progressista e esclarecido Eleitor Maximiliano José III de Wittelsbach foi sucedido em 1777 pelo seu conservador herdeiro Carl Theodor, e que era dominada pela Igreja Católica Romana e pela aristocracia, tal tipo de organização não durou muito até ser suprimida pelo poder político. Em 1784, o governo bávaro baniu todas as sociedades secretas incluindo os Illuminati e os maçons. A estrutura dos Illuminati desmoronou logo, mas enquanto existiu, muitos intelectuais influentes e políticos progressistas se contaram entre os seus membros. Eles eram recrutados principalmente dentre os maçons e ex-maçons, juravam obediência a seus superiores e estavam divididos em três classes principais: a primeira, conhecida como Berçário, compreendia os graus ascendentes ou ofícios de Preparação, Noviciado, Minerval e Illuminatus Minor; a segunda, conhecida como a Maçonaria, consistia dos graus ascendentes de Illuminatus Major e Illuminatus dirigens, esse último algumas vezes chamado de Cavaleiro Escocês; a terceira, designada de Mistérios, estava subdividida nos graus de Mistérios Menores (Presbítero e Regente) e Mistérios Maiores (Magus e Rex). Relações com as lojas maçônicas foram estabelecidas em Munique e Freising, em 1780. A ordem tinha ramos na maior parte dos países europeus, mas o número total de membros parece nunca ter sido superior a 2.000. O esquema teve a sua atração para os literatos, como Goethe e Herder, e mesmo para os duques reinantes de Gota e Weimar. Rupturas internas precederam o desmoronamento da organização, que foi efetivado por um édito do governo bávaro em 1785. A ordem foi encerrada em 1788″.[3]
Depois de 1790
“Diversas fontes sugerem que os Illuminati da Baviera sobreviveram, e talvez existam mesmo até hoje. Os teóricos de conspirações ressaltam a relação entre os Illuminati e a Franco-Maçonaria. Também sugerem que os fundadores dos Estados Unidos da América – sendo alguns deles franco-maçons – estavam “influenciados” por corrupção pelos Illuminati. Frequentemente o símbolo da pirâmide que tudo vê no Selo de Armas dos Estados Unidos é citado como exemplo do olho sempre presente dos Illuminati sobre os americanos. e usam nas notas a escrita Novus Ordo Seclorum que significa ‘New Deal ou Nova Ordem Secular,novo ideal, desmentindo a escrita do lado,que diz Em Deus Confiamos.
Bem pouca evidência confiável pode ser encontrada para apoiar a hipótese de que o grupo de Weishaupt tenha sobrevivido até o século XIX. Contudo, diversos grupos têm usado a fama dos Illuminati desde então para criar seus próprios ritos, alegando serem os Illuminati, incluindo a Ordo Illuminatorum, Die Alten Erleuchteten Seher Bayerns, The Illuminati Order, e outros.” [3]
Símbolos que passam despercebidos
Sim, é um símbolo Iluminati, a pirâmide com o olho-que-tudo-vê, esse símbolo é tão real quanto eu e você, e por isso mostrarei abaixo algumas fotos conseguidas em sites e pesquisa na internert.
Começarei analisando a nota Americana de U$ 1 dolar, caso você nunca notou, tente arrumar essa nota e analisa-lá.

A melhor explicação que os maçons dão para esse símbolo, não é a real, o olho que tudo vê não é de Deus, eles nem conseguem dizer o nome Deus, eles preferem referir-se a Gadu ( Grande Arquiteto do Universo), herdado dos grandes mistérios antigos do Egito.
Abaixo é colocado a verdadeira simbologia do símbolo. Abaixo da pirâmide está escrito em latim “Nuvus Ordo Seclorum” que significia, Nova Ordem dos Séculos, também conhecida como “Nova Ordem Mundial”.
Essa pirâmide, cujo no topo é separado somente para a elite (ou os escolhidos) é esclarecida pelo olho que vê tudo e domina uma base cega, feita de tijolos identicos (a população).
E a acima a menção “ANNUIT CŒPTIS” que significa: “Nosso Projeto será coroado de Sucesso.
Franklin Roosevelt em 1933 ordenou que se introduzisse esse simbolo nas notas de 1 dólar.
Roosevelt foi presidente dos EUA, um dos 13 presidentes que eram Maçons.
Bibliografia:
1. Mastral, Isabela e Daniel. Filho do Fogo 2 – O Descortinar da Alta Magia. Editora Naós, SP, 2003. Pág 193 – 4° parágrafo.
2. Wikipedia Olho
3. Wikipedia Iluminati
4. Fim dos tempos – Parte 1 Parte 2 Parte 3
5. Realidade Oculta
6. Melo, Edino Luiz. Ferramenta, 100 Respostas – A Maçonaria. Editora Transcultural, SP. Pág 32-34.
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